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AntiBlogue

Blogue dum casal real, anti-fashion, anti-fit e anti-top. Detestamos correr, praia no Verão e berros de crianças. Gostamos de viajar, comer, música, livros, vegetar em frente à TV, saldos, limões e sobretudo um do outro.

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Eu adoro couve-flor! Em sopa, cozida, assada no forno com especiarias "fortes" (caril, por exemplo), e ainda desta nova forma que descobri com a mudança para a vida "paleo": como se de arroz se tratasse, para um excelente acompanhamento para qualquer tipo de pratos.

Separar os floretes e folhas externas da couve-flor (a maior parte das pessoas não aproveita mas eu recuso-me a desperdiçar as folhas e talos se estão em boas condições) e lavar. Ir picando numa picadora ou processador até ficar com uma textura que faz lembrar arroz.

Numa frigideira ou num wok, aquecer um fio de azeite. Colocar um alho esmagado ou picado, a couve-flor, sal, pimenta acabada de moer e os temperos que mais gostarem (eu normalmente uso gengibre em pó, cominhos e um pouquinho de piri-piri). Saltear uns minutos e usar como acompanhamento ou base de uma óptima refeição saudável. Algumas sugestões: "empadão de arroz" e atum, com carne picada, com mais legumes e ovo mexido tipo "arroz xau-xau", num risotto de gambas ou cogumelos...

  

Há uns dias fomos jantar com amigos a um espaço que nos cativou. Um pequenino restaurante na Mouraria, com poucas mesas, onde os clientes se sentam onde houver lugar (um conceito que me agrada em qualquer parte do mundo), e onde a comida é variada e vegetariana. É o The Food Temple, bem pertinho do Martim Moniz.

O couvert era um pão fresquíssimo, azeite e azeitonas (é uma casa portuguesa, apesar do nome um bocadinho pretensioso).

Na ementa há uma série de tapas, ideais para se pedir pelo menos uma de cada e partilhar com os restantes comensais, e só um "prato principal", mas que também se pode partilhar. Tudo vegetariano, tudo excelente.

Uma amiga que vai a este restaurante com alguma frequência comentou que nunca tinha visto o mesmo prato na ementa duas vezes. 

Para beber há chás variados (achei os pequenos, pequenos demais), uma grande variedade de cervejas artesanais, entre outros.

O serviço foi bastante atencioso e descontraído, tirando um pedido no final para tomarmos café no exterior que, apesar de imensamente educado e amável, não fez qualquer sentido, até porque ainda faltava servir um dos cafés e o suposto grupo que iria precisar da mesa não havia ainda chegado.

Os preços não são propriamente para todas as bolsas, mas para uma ocasião de vez em quando também não é nenhum exagero.

O mais importante, gostei de ver a Mouraria fresca, moderna, viva, cheia de gente nova e a mexer!

 

Morada: Beco do Jasmim 18 1100-289 Lisboa
Telefone(s): (+351) 218 874 397