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AntiBlogue

Blogue dum casal real, anti-fashion, anti-fit e anti-top. Detestamos correr, praia no Verão e berros de crianças. Gostamos de viajar, comer, música, livros, vegetar em frente à TV, saldos, limões e sobretudo um do outro.

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1. Manuel Maria Carrilho

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Isto sim, é amor! Bebia só para que ela não bebesse tudo sozinha. É o que se chama partilhar o fardo. (Por acaso eu também faço o mesmo, não posso ver o homem a comer um pedaço de chocolate que me atiro logo a ele e roubo-lhe uns quadrados, só para ele não comer tudo, que lhe faz tão mal...)

Além disso, Manuel Maria Carrilho compara ainda os seus livros a filhos, que foram maltratados e atirados para dentro de caixotes (os livros), como se fossem batatas. As batatas às vezes também têm olhos negros, os livros não sei...

 

2. François Fillon

François Fillon foi um marido do caraças, tendo arranjado uns piquenos biscates à sua esposa, que não davam muito trabalho (quase nada, na verdade) e por isso pagavam pouquito. Além disso, é ainda um pai do caraças, tendo ajudado os seus filhos na difícil integração no mercado de trabalho mesmo antes de terminarem os cursos.

 

3. John

 

Escolha difícil...

 

O meu homem tem tanta queda para a cozinha como o Jorge Jesus para a Geografia.

Eu sou casmurra e defensora acérrima da divisão equitativa das tarefas domésticas, por isso de cada vez que estou a cozinhar chamo o babe para me "ajudar" e fazer outras coisas que não sejam cozinhar, como lavar a loiça ou arrumar alguma coisa.

Estava de volta do fogão a preparar o almoço e peço-lhe que me tire do armário a varinha mágica. O que é que ele pôs em cima da mesa?

Isto. A batedeira.

Belíssimas histórias de amor, sangue, heroísmo, a eterna luta dos mais fracos contra os poderes dominantes, escravos contra senhores, muito sangue, com efeitos especiais surpreendentes, muito sexo, explícito e sem pudores, traição, mais sangue, homens lindos.

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eu viajo algumas vezes a trabalho. Esta semana é uma dessas, e estarei fora a partir de amanhã. Por isso mesmo, hoje tive de trazer comigo uma série de coisas além das habituais (mala, marmita e afins), nomeadamente o computador portátil (a que chamo, carinhosamente, "o trambolho", porque é pesado como o raio), o carregador, o rato, mais umas coisas necessárias ao sítio para onde vou. Ainda não preparei a mala, não me posso esquecer de uma série de coisas que tenho de preparar esta noite, nomeadamente pintar as unhas, que o verniz do chinês é mesmo excelente, mas as minhas unhas crescem tanto que já se vê a parte branca e não posso passar o resto da semana nestes preparos.

Entretanto, o gajo decidiu ir ao futebol, ver o Tondela (Tondeeeeeelaaaaa!) contra não sei quem. E lembrou-se de me pedir para levar a mochila dele para casa. Hoje. Porque já vou pouco carregada. E só apareceu mais tarde do que partiu o transporte que eu devia ter apanhado. Porque eu hoje até nem tenho pressa nenhuma. Grrrrr!

Se isto não é amor, não sei o que será.