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AntiBlogue

Blogue dum casal real, anti-fashion, anti-fit e anti-top. Detestamos correr, praia no Verão e berros de crianças. Gostamos de viajar, comer, música, livros, vegetar em frente à TV, saldos, limões e sobretudo um do outro.

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Blogue dum casal real, anti-fashion, anti-fit e anti-top. Detestamos correr, praia no Verão e berros de crianças. Gostamos de viajar, comer, música, livros, vegetar em frente à TV, saldos, limões e sobretudo um do outro.

Ouvido hoje, no festival de horrores sociológicos (ou serão maravilhas?) que é o meu local de trabalho:

"Não se sabe o que aconteceu, se foi do coração ou um ataque epiléctrico..."

 

Ainda há dias outra pessoa disse duas vezes "isto é para todos os cidadões" (e não era o Cavaco!), e uma terceira perguntava pelo obcesso do colega.

Eu confesso, às vezes tenho de pensar em coisas muito tristes para conter os ataques de riso, outras vezes tenho mesmo de me esconder para libertar as gargalhadas antes que me engasgue.

Avião em pleno vôo*, sobre um oceano.

- "Achas que posso ligar o telefone? É que preciso de falar com a minha mãe..."

 

 

 

*Não, não era um daqueles vôos internacionais com internet e serviço de sms, era mesmo um vôo doméstico, sem comunicações via satélite para os passageiros.

Uma vez virou a orientação do monitor sem se dar conta e, como não conseguiu desfazer a coisa, pôs o monitor de lado para continuar a trabalhar.

Quando regressa à empresa após um interregno (seja ele por doença ou porque esteve a trabalhar em casa, já que no local de trabalho "não se consegue concentrar") traz sempre unhas de gel de outra cor ou extensões capilares "novas".

Pode passar um dia inteiro na mesma sala com um colega, mas só se lembra que precisa de algo muito importante e urgente quando esse colega veste o casaco para se ir embora.