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AntiBlogue

Blogue dum casal real, anti-fashion, anti-fit e anti-top. Detestamos correr, praia no Verão e berros de crianças. Gostamos de viajar, comer, música, livros, vegetar em frente à TV, saldos, limões e sobretudo um do outro.

AntiBlogue

Blogue dum casal real, anti-fashion, anti-fit e anti-top. Detestamos correr, praia no Verão e berros de crianças. Gostamos de viajar, comer, música, livros, vegetar em frente à TV, saldos, limões e sobretudo um do outro.

Eu juro que na minha cabeça fervilham dezenas, centenas de posts, e não só. Pululam mil ideias para tudo e mais alguma coisa, planos, contos, viagens, romances, soluções para perguntas ainda por fazer.
O senão é que tudo isto se desenrola em trânsito, durante o período em que faço a bendita (e essencial!) distanciação do trabalho e respectiva aproximação da casa, dos meus, de mim.

[É uma seca constatação esta, a de que na verdade só consigo dedicar-me a ser plenamente eu, nos intervalos daquela personagem que desempenho 4+1+4 horas diárias (pelo menos!). Não é que a dita personagem seja distintas de mim, que não é, mas é apenas um bocadinho pequeno do que eu sou, o bocadinho organizado, trabalhador, focado e ambicioso. E este não é, de todo, o ângulo preferido para me ver ao espelho, tão pouco aquele a que quero dar protagonismo, prioridade, o meu prime time.]

E é assim que dou por mim a esgotar os poucos cartuchos de energia que (a minha tiróide permite que) tenha, sem conseguir, na maioria das vezes, chegar à execução dos planos, dos posts, das empreitadas.
Onde é que encontro um carregador de espírito anímico por aí? Ou um bom endocrinologista, vá.