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AntiBlogue

Blogue dum casal real, anti-fashion, anti-fit e anti-top. Detestamos correr, praia no Verão e berros de crianças. Gostamos de viajar, comer, música, livros, vegetar em frente à TV, saldos, limões e sobretudo um do outro.

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Blogue dum casal real, anti-fashion, anti-fit e anti-top. Detestamos correr, praia no Verão e berros de crianças. Gostamos de viajar, comer, música, livros, vegetar em frente à TV, saldos, limões e sobretudo um do outro.

Já há bastante tempo que costumo usar uma questão, quer num exercício contínuo de auto-análise, quer quando aconselho outras pessoas: o que é mais provável, és tu que estás errado(a) ou é o resto do mundo (que faz/pensa o contrário de ti) que está errado?

Não é suposto a resposta ser sempre a da concordância com a maioria, porque as maiorias nunca foram garantia de sensatez ou de razão (a única falha da Democracia?), mas apenas dar o mote para uma reflexão descentrada do próprio umbigo. É que muitas vezes basta colocarmo-nos na pele de outra pessoa para perceber que aquilo que achamos óbvio pode não ser nada claro para outros, para perceber que os interesses pessoais conflituam muitas vezes com os interesses da maioria, ou até para aceitar contrariedades inevitáveis da melhor maneira possível. É, no fundo, o exercício elementar de nos colocarmos na posição dos outros, ou da mudança de perspectiva. Faz pela tolerância e compreensão do mundo e dos outros o equivalente à psicoterapia sobre o próprio. Experimentem, é grátis!