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AntiBlogue

Blogue dum casal real, anti-fashion, anti-fit e anti-top. Detestamos correr, praia no Verão e berros de crianças. Gostamos de viajar, comer, música, livros, vegetar em frente à TV, saldos, limões e sobretudo um do outro.

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Anti-Social Ventania

A chavala fartou-se de mim. Precisava de liberdades poéticas, disse ela… Pfff!

Vai daí, fez a trouxa e arranjou outra casa - virtualmente falando. Regressa a uma identidade de que andava alheada, mas que é completamente a cara dela, e não apenas uma faceta, como era aqui a Anti-Social. Quando se enquadrar com a "linha editorial" do AntiBlogue, os textos dela cá virão parar. De resto, cá estou eu a aguentar isto, como bom pai de família.

 

Eu bem disse que ela era demasiado independente…

 

E perdeu o amor a 50€ (oiros), daqueles que custam a ganhar, que saem do pelo - como são todos os euros para os pelintras assalariados como esta.

A pelintra, que nunca antes havia gasto tanta guita em calçado, reservou-se o direito de comprar uns ténis novos. 

(Serve o presente apenas para registar o momento histórico.)

O original é do incontornável José Mário Branco. A interpretação desta versão é do fantástico Camané e dos geniais Dead Combo.

E o poema é tão perfeito...

 

Inquietação

José Mário Branco

 

A contas com o bem que tu me fazes 
A contas com o mal por que passei 
Com tantas guerras que travei 
Já não sei fazer as pazes 

São flores aos milhões entre ruínas 
Meu peito feito campo de batalha 
Cada alvorada que me ensinas 
Oiro em pó que o vento espalha 

Cá dentro inquietação, inquietação 
É só inquietação, inquietação 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei ainda 

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer 
Qualquer coisa que eu devia perceber 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei ainda 

Ensinas-me fazer tantas perguntas 
Na volta das respostas que eu trazia 
Quantas promessas eu faria 
Se as cumprisse todas juntas 

Não largues esta mão no torvelinho 
Pois falta sempre pouco para chegar 
Eu não meti o barco ao mar 
Pra ficar pelo caminho 

Cá dentro inquietação, inquietação 
É só inquietação, inquietação 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei ainda 

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer 
Qualquer coisa que eu devia perceber 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei ainda 

Cá dentro inquietação, inquietação 
É só inquietação, inquietação 
Porquê, não sei 
Mas sei 
É que não sei ainda 

Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer 
Qualquer coisa que eu devia resolver 
Porquê, não sei 
Mas sei 
Que essa coisa é que é linda

Demasiado independentes, como já me acusaram de ser, como se fosse uma coisa má pensar pela própria cabeça e não esperar pelo aval de ninguém para fazer o que se decidiu fazer. 
Curiosamente, não me revejo nada nessa adjectivação. Até me sinto bastante dependente, com necessidade de que gostem de mim, dependente do amor de um homem (digo-lho amiúde que é uma doença, uma dependência irritante, e que é frustrante não conseguir deixar de gostar dele, mesmo quando me irrita e faz zangar a sério). 
Admito, contudo, que o que passa aos outros como independência e capacidade de suportar tudo sem apoios externos pode trazer outros problemas, nomeadamente nas relações amorosas. A outra parte vê-nos resolver coisas, tomar decisões e iniciativas, fazer mudanças, levar a cabo ideias peregrinas, muitas vezes só porque metemos isso na cabeça e não pedimos licença a ninguém para avançar. Desbravamos terreno, muitas vezes sozinhas, vamos buscar forças desconhecidas, superamos os obstáculos e nunca nos damos por vencidas. Aguentamos o barco quando os outros à nossa volta têm problemas, e toda a gente os tem. Acho que as mulheres portuguesas do século XXI têm quase todas um complexo de super-mulher. E os nossos parceiros vêem-nos ser super-mulheres, mesmo que também consigam ver as fraquezas - porque as fraquezas tentamos esconder, não damos parte de fracas, e só os argutos vão conseguir ver além do que julgamos permitir. Porque como super-mulheres não queremos falhar com ninguém e não queremos sobrecarregar os outros, que já têm os seus problemas, e por isso não nos queixamos. Nunca. Engolimos as dores, as frustrações, os anseios e inseguranças. Quando estamos mais fragilizadas, a capa endurece ainda mais e, por mim falo, as reacções podem ser desproporcionadas e injustas para quem está mais perto. (Além disso tudo ainda há toooooda a agravante hormonal e TPM, etc. e tal, que exacerba tudo 500 mil vezes.) 
Somos, portanto, qualquer coisa que se assemelha a bombas-relógio, passíveis de explodir com um breve tic-tac, uma coisa mínima. E seremos muitas vezes incompreendidas, porque - não se enganem - toda a aparente independência não implica desapego, não implica que não seja necessário dar carinho, atenção, ter a flexibilidade de perceber como é estar na nossa pele. Mesmo os cactos precisam de água.

[Posso ser casmurra como uma porta e só fazer aquilo que bem entendo, mas se peço uma opinião é porque me importa saber o que pensas. Posso repetir mim vezes que estava bastante feliz e em óptima companhia quando estava sozinha, mas se peço que me acompanhes é porque prefiro estar contigo.]

Podemos ser demasiado independentes, demasiado aventureiras, demasiado racionais, demasiado inteligentes (?). Os nossos parceiros podem sentir-se ameaçados por isso, se forem inseguros, ou não o compreenderem, ou sentirem a sua virilidade ameaçada (e os mais tolos tentarão conter ou suavizar-nos, se não forem parceiros à altura). Podemos achar que somos super-mulheres e temos de superar todas as (nossas) expectativas. Mas não nos esqueçamos de ser também, apenas, absoluta e exactamente quem somos. Não a 99% nem a 101%, mas plena e absolutamente quem somos. E isso começa por sermos humanas.

Está um calor infernal - aposto que já tinham reparado mesmo antes de eu dizer...

Só apetece estar de molho, fechados numa divisão com ar condicionado ou ventoinhas a bombar, ou a curtir uma sombra fresquinha com uma aragem a correr. Na mão convém estar uma bebida fresca, e os gulosos não dispensarão um sorvete. Mas ontem descobri o melhor refresco de sempre, muito melhor que gelados cheios de açúcares excessivos e corantes, muito mais saudável, e arrisco-me a dizer que ainda melhor que um belo nicecream paleo (banana congelada e triturada, com variações a gosto). Cerejas. Congeladas. É só lavar e tirar o pé, secar um pouco e congelar. Que ma-ra-vi-lha! Para ir comendo assim mesmo, geladas, à dentada, uma a uma. E o calor a dissipar...

O mesmo se aplica a ginjas, amoras, framboesas, mirtilos...

Para os masoquistas que gostam de calor, aproveitem também, com as cerejas por companhia...

 

Vamos respirar fundo. A terrível tragédia da noite passada já não pode ser evitada, é tarde demais. Canalizemos os lamentos e o choque perante tamanho horror para o que pode fazer a diferença de agora em diante. Reflectamos, em conjunto enquanto sociedade civil, com a frieza que for possível.

Todos os anos o tema do verão é o mesmo e perante o horror espectacularizado nas televisões, pouco ou nada muda em termos políticos. Sim, políticos, porque também isto (como TUDO, aliás) é política.

As causas dos incêndios podem ser naturais (e algumas vezes até são, mas a maioria das vezes são crime, vil, nojento, irresponsável e normalmente impune), mas a destruição de floresta autóctone para dar lugar ao Eucalipto, o negócio milionário da pasta de papel, a desertificação do interior, a falta de limpeza e manutenção das matas e florestas, a falta de informação, de prevenção e sim, também de meios locais de combate, o negócio imoral que é também a indústria desses meios, não são a "mãe Natureza" a actuar, são causa e consequência de inépcia política e servilismo ao capital.

E se sabemos que as imagens dos incêndios em destaque permanente nas televisões são potenciadoras da actividade pirómana, para quando regulamentação que impeça o uso abusivo das imagens e as reportagens em directo com chamas em pano de fundo? Já que não há vergonha ou sentido ético que se sobreponha à mediatização da tragédia para "ganhar audiências", que se limite a estupidez onde seja possível.

As vidas das 62 pessoas que faleceram ontem no incêndio de Pedrógão Grande terão sido prematura e injustamente ceifadas em vão se nada mudar, se o povo continuar a lamentar no facebook as tragédias e não se lembrar que a tragédia lhes pode bater à porta quando colocam uma cruz num boletim de voto. Não basta fazer donativos às populações desalojadas e partilhar fotos de bombeiros a chamar-lhes de heróis. É absolutamente inútil fazer "orações pelas famílias das vítimas" (a não ser para o ego poucochinho do católico burguês). Útil é pensar o que podemos fazer, cada um de nós, para que este lamentável desastre nunca mais se repita. Útil é ter sentido crítico e exigir que os responsáveis eleitos façam o seu trabalho com honestidade, sabedoria e respeito, dando prioridade ao ordenamento do território e ao património natural sobre a possibilidade de maximizar os lucros para os mesmos (sempre os mesmos) grupos e escolher melhor quem se elege.

  • 1 alho francês grande (só a parte branca)
  • 1 couve-flor grande
  • 2 dentes de alho
  • 0.5 dl azeite virgem
  • 1 colher chá de curcuma (açafrão-das-índias) em pó
  • 1 colher chá de gengibre em pó
  • 2 ou 3 paus de canela
  • sal marinho
  • pimenta preta moída na hora
  • água q.b.

Para quem adora canela, curcuma e couve-flor, como eu, esta sopa é das coisas mais deliciosas que se pode cozinhar em menos de nada. É super fácil de preparar, tem poucos ingredientes, e fica um creme aveludado e perfumado absolutamente irresistível.

Aos ingredientes listados acima ainda acrescentei um rabanete grande e lindo que estava no frigorífico e achei que ficava bem melhor dentro da panela.

Dentro da panela da sopa coloca-se o dente de alho grosseiramente picado e o azeite. Se quiser usar uma cebola picada, é aqui o momento (não usei). Deixar alourar um pouco e juntar os restantes vegetais, cortados em pedaços. Tapar com água a ferver (poupa-se imenso tempo se acrescentar a água já fervente em vez de fria, por isso o jarro térmico é o grande aliado neste momento), colocar os temperos e deixar em lume médio até os legumes ficarem bem cozidos. Retirar os paus de canela e passar tudo com a varinha mágica. No final, se necessário, rectificar os temperos.

Servir quente e, se se gostar, com uma colherinha de leite de coco para contrastar.

 

Esta sopa está cheia de ingredientes conhecidos por estimular a imunidade e pela sua acção anti-inflamatória, além de que se diz que "aceleram" o metabolismo (efeito da actividade estimulante da canela, picantes e gengibre). Independentemente disso, fica um creme muito suave e agradável ao paladar, com sabores exóticos e muito elegantes.

Como eu abuso da curcuma, a minha sopa fica de um amarelo quase fluorescente...

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Orçamentos, contas, negociação. Decisões. Caixotes. Banheiras e sanitas no chão, viradas ao contrário. Sacos de cimento. Telhas empilhadas. Tijolos. Andaimes, andaimes everywhere. Pó entranhado em todo o lado. Portas desmontadas, janelas cortadas. Móveis ao molho. Cheiro a tinta. Montes de terra. Caixas de mosaicos, caixas de chão, caixas de torneiras. Latas vazias, latas com água, latas com tinta, latas com primário. Pedras. Lixas. Brocas. Fios pendurados, fios descarnados, tubos e canos por todo o lado. Ferramentas pelo chão, buracos no chão, chão sem chão. Entulho, contentores. Tudo é estaleiro, tudo é projecto, nada terminado. Arquitectos, canalizadores, pedreiros, serventes, carpinteiros, pintores, electricistas, estucadores, fiscais, a culpa é do empreiteiro.

Estado de sítio, nervos, pânico, contas à vida, compras, mais decisões.

Que eu estava sentada no sofá da sala, depois do jantar, ao lado do meu pai. Tínhamos jantado na sala, porque havia futebol na televisão, que já não me lembro se era a cores ou a preto-e-branco. Estava à espera que terminasse o jogo, para irmos à praia. Precisava de trazer um saquito de areia da praia para um trabalho que íamos fazer na escola no dia seguinte. íamos fazer umas cartolinas com desenhos e colagens, e íamos colar areia na cartolina. (Cola UHU e areia da praia fazem uma grande porcaria, só para que saibam.)

Nessa altura ainda gostava de futebol, ia aos jogos da equipa da terra aos domingos, às vezes ia ver treinos de manhã, e o meu clube era esse. Havia alguma pressão familiar para que eu fosse do Sporting, tomando o exemplo da mãe e dos avós, mas eu apesar de não contrariar, não ligava rigorosamente nada aos verdes.

Foi durante aquele compasso de espera em que não havia mais nada para fazer que estava atenta à televisão. Era um jogo de futebol. E caramba, uma das equipas jogava bem, notava-se que era um jogo importante, pelas emoções ao rubro - na televisão, não na sala, porque o meu pai era muito contido a ver futebol, tinha aprendido a ser contido e imparcial, por obrigação auto-incutida ligada ao seu hobbie, a arbitragem. [Ninguém sabia o clube dele, apesar de sempre o ter dito com clareza: Amora Futebol Clube. Era verdade, ainda é. O Amora primeiro, antes de tudo o resto. A minha mãe adivinhava qual era o seu outro clube, dos "grandes", mas nunca, enquanto foi árbitro, o meu pai confirmou ou desmentiu.] Instintivamente, comecei a torcer pelos que me deslumbravam a cada passo, e que por acaso eram os portugueses. O sentimento nacionalista nunca me assistiu por aí além, até hoje continuo a ter o Barcelona F. C. como um dos "meus" clubes do coração, sobre quase todos os portugueses, só porque gosto, pronto, não é uma coisa racional. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa - e o clubismo é tudo menos racional. E foi nessa noite de 27 de Maio de 1987 que me tornei adepta do Futebol Clube do Porto. No final, já não tinham sido eles a ganhar o troféu da Taça dos Clubes Campeões Europeus, já tínhamos sido nós a ganhar. Por muitos motivos, hoje em dia o futebol já não me diz muito; acho tudo excessivo, desenquadrado, levado demasiado a sério e abomino toda essa faceta que já não tem nada a ver com o jogo, o jogo que podia ser um espectáculo bonito, emocionante, e saudável, mas que passou a ser de uma falsidade e podridão iguais aos meandros mais escuros da política. Não gosto de quase nada no futebol de hoje em dia. Mas "o meu coração só tem uma cor: azul e branco".

Jacaranda mimosifolia, árvore de grande porte, semi-perene, originária da América do Sul e presente um pouco por todo o mundo, nomeadamente em Lisboa. Floresce em cachos, lilás intenso, a anunciar o Verão. Transforma largos, praças e avenidas em postais ilustrados, românticos, de impressionismo francês lambuzados.

Aconselho a apontar o queixo para cima e deixar inundar os olhos deste azul meloso e perfumado, respirar a primavera e sorrir, num exercício de gratidão pela beleza e optimismo.

Carpe diem!

 

Adoro, é o meu padrão preferido, intemporal, cheio de classe sem ser monótono... Enfim, é uma paixão aqui da menina.
Olhando de soslaio ali para o cabide de pé onde está (des)arrumada a roupa passada, vislumbro seis peças de bolinhas. Temos branco com bolinhas pretas, temos preto com bolinhas brancas, temos azul escuro com bolinhas brancas (em maioria) e temos bordeaux com bolinhas brancas.
No dia em que encontrar um vestido que me agrade (sou muuuuito esquisita com os vestidos) com bolinhas pretas ou brancas em cinza, terei de marcar casório para o usar. Just sayin'.

 

Salvador Sobral Ao Vivo no Fórum Cultural do Seixal

Video OriginalRTP Play.

Porque a RTP ainda não repetiu o mesmo e porque da única vez que deu foi a uma hora tardia e porque é de interesse geral

Não me chames linda. Chama-me combativa, independente, inteligente, revolucionária. Chama-me intransigente, irritante, arrogante. 

Não me chames simpática. Chama-me guerreira, vingativa, carismática. Chama-me  idealista, utópica, parva, ou chama-me pelo nome. 

Se não tens nada de positivo para dizer de mim, diz à mesma o que pensas. Só não me digas mentiras, não uses clichés para me descrever, que me agonias.

Isto é o que acontece quando se acredita na música, na poesia, na arte.
Isto é o que acontece quando se põe de parte o complexo de inferioridade que nos leva a imitar os demais, com a mesma fórmula já batida e enorme disparidade de meios.
Isto é o que acontece quando se tem orgulho no que se é, sem tentar ser outra coisa qualquer. É também o que acontece quando se vai a um festival de canções com uma canção, não com apenas uma imagem, ou com apenas uma exibição vocal, ou apenas efeitos especiais ou apenas uma boa voz com uma canção colada com cuspo.

E isto é também o que acontece quando se assume um discurso real, coerente, genuíno, sem embaraço ou pudor de dizer o que deve ser dito.
Isto é apenas o que temos de melhor.

"Music is not fireworks, music is feeling!"

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Todo ele coração. Todo ele música.

Um animal musical.

Extraordinário. Fora de série!

Salvador Sobral é um portento. É muito mais que a lindíssima "Amar pelos Dois" que venceu o Festival Eurovisão da Canção 2017. Escutem aquela que é a minha canção favorita do primeiro álbum do Salvador, Excuse Me - Change.

 

Obrigada, Salvadorzinho. Além de se ter agravado a vontade que tenho de te dar beijinhos e fazer festinhas, tenho agora dois novos sonhos na vida:

1 - Ouvir-te no palco 1º de Maio, ou mesmo no palco 25 de Abril, na Festa do Avante.

2 - Ouvir-te em dueto com o Jorge Palma.

Seria a felicidade suprema, o êxtase total.

Ah, e ainda me fizeste ganhar uma aposta, um almoço num sítio muito catita - se quiseres podes vir também, não sou eu que pago!

Rogai por nós Pecadores

 Ora, diz que é #followfriday nos Blogs do Sapo  e esta sexta-feira é especial para muita gente!

Para a função pública, que teve direito a tolerância de ponto «derivado» da visita papal, é seguramente mais especial do que para os assalariados do sector privado…

A propósito da visita papal e pelo direito ao contraditório, sugerimos o excelente blogue Zibaldone de Francisco Freima, e em particular o seu excelente texto de hoje sobre o embuste de Fátima.

Ámem!!